
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
CinExtinção: "MEMÓRIA NATIVA TERÊNA" estréia na terça-feira, 4 de outubro

sexta-feira, 23 de setembro de 2011
SÁBADO: "MIRRORMASK", os mestres de SANDMAN @ CinExtinção!



quinta-feira, 15 de setembro de 2011
SÁBADO, 17/9: "O ALMOÇO NU" @ CinExtinção!


sexta-feira, 9 de setembro de 2011
SÁBADO, 10/9: "EX-BATERISTA" no CinExtinção!

"Primeiro longa-metragem dirigido por Mortier, Ex Drummer conta a história de três músicos fracassados que, apesar da idade já meio avançada e de suas deficiências, ainda perseguem o sonho de se tornar rock stars. Por razões pouco coerentes, eles convidam um famoso escritor, Dries, para se juntar a eles como o baterista da banda, o que para este se revela uma boa forma de conseguir inspiração para um próximo romance. Mesmo não levando fé no trio formado por um baixista de braço paralisado, um guitarrista semi-surdo e um vocalista com a língua presa, Dries aceita o convite e se junta ao grupo na disputa de um festival de rock. Conforme se torna cada vez mais obcecado pela nova história, o escritor passa a manipular os outros integrantes e a explorar os seus pontos fracos, dando início a uma relação perturbada, envolta em sexo, violência e distúrbios familiares.
Ex Drummer foi lançado na Bélgica em janeiro de 2007 e também é conhecido pelo nome My Way is The Highway. Os cenários, que mostram uma Bélgica até então pouco vista nas telas, foram desencavados das cidades de Middelkerke e Ostend, ambas no Noroeste do país. O filme foi todo gravado em 35mm e, inicialmente, iria ser dirigido por Jan Bucquoy, que teve que abandonar o projeto em função de problemas financeiros. Dez anos depois, Koen Mortier assumiu a tarefa de adaptar o romance, posição que cumpriu com muita competência e personalidade.
Não surpreende que Koen Mortier tenha conquistado uma grande visibilidade internacional com sua trama irreverente, exibida em festivais importantes como o de Toronto, Sundance, Rotterdam, Kiev e Edinburgh. Foram quatro prêmios conquistados (e muito merecidos), entre eles o de melhor estreia no Fant-Asia Festival de Cinema de Montreal e o prêmio especial do júri no Warsaw International Film Festival. A Zona Livre fica, agora, na expectativa de saber o que o diretor irá fazer com o novo longa-metragem que vem dirigindo, Haunted - mais uma adaptação literária, dessa vez deChuck Palahniuk, o renomado autor de O Clube da Luta."
Andréa Azambuja

sábado, 3 de setembro de 2011
HOJE (sábado, 3/9): "CONTROL" (Ian Curtis & Joy Division)

A quantidade de prêmios que o filme recebeu não foi responsabilidade somente do diretor. Foi também das atuações de Samantha Morton (excelente e passional como a esposa Debbie), Toby Kebbell (que cavou um grande espaço no papel do empresário da banda) e Sam Riley, vivendo com muita intensidade o papel principal, absorvendo os vícios corporais de Ian – especialmente nas apresentações da Joy Division – e transpirando toda a deprimência e angústia do cantor, além de revelar possuir uma semelhança física impressionante com o verdadeiro Ian. (... / Fred Burle no Cinema)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
NESTE SÁBADO, 27/8: O DIABO & DANIEL JOHNSTON @ CINEXTINÇÃO!

The Devil and Daniel Johnston conta-nos a história do senhor a que o título se refere,Daniel Johnston. Acima de tudo ele é um artista, mas onde mais fortemente se destaca é na música e no desenho. Sendo que a sua arte dificilmente pode ser compreendida sem se conhecer o homem que está por detrás, o filme começa por nos contar os primeiros anos da sua vida naquela que é a parte mais fraca da história, contudo necessária de ser contada. Depois sucedem-se acontecimentos cada vez mais estranhos enquanto Daniel luta com a sua condição de maníaco-depressivo que tanto o ajuda na sua criatividade como quase o destrói por completo. Tal como a maior parte das pessoas que já tiveram contacto com a sua obra, vemo-nos num constante esforço para tentar compreender a sua arte. É aqui que para mim a sua história se torna única. É que enquanto a maior parte dos artistas olhava para aquilo que tinha feito e ia sobre-analisar tudo, acabando quase de certeza por detestar a sua própria criação, Daniel não parece ter essa capacidade de analise, sendo nesse aspecto como uma criança. A fé que tem naquilo que está a fazer é inabalável e isso acaba por fazer com que outros acreditem também. É exactamente entre a fé a sua doença que Daniel fica obcecado pelo Diabo. Obcessão essa que por um lado trás ao de cima algumas das suas melhores criações mas que o leva a sabotar a sua própria carreira.

Jeff Feuerzeig consegue fazer um excelente retrato deste artista criando um ambiente que está constantemente em equilíbrio entre a genialidade e a loucura. Os pais, irmãos, amigos e conhecidos, todos têm oportunidade para contar a hístoria do seu ponto de vista mas os momentos mais fortes são conseguidos quando, ao longo de todo o filme, se vão reproduzindo bocados de gravações que Daniel fez ao longo da sua vida, falando acerca de si em estilo de diário.
Não querendo retirar qual crédito ao realizador, reconhecido aliás no festival de Sundancecom o prémio para melhor realizador em documentário, quanto a mim grande parte do seu trabalho estava já feito por Daniel Johnston. Esta é uma história no mínimo bizarra mas obrigatória de ser conhecida." (Fila do Meio, Portugal)


quarta-feira, 24 de agosto de 2011
VITRINE DE LPs: AGOSTO/SETEMBRO parte 1











